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Categoria — meio online

Facebook supera as visitas do Google

O Google, buscador mais acessado no mundo teve seu tráfego superado pela rede social Facebook durante a semana passada nos Estados Unidos. Esse marco histórico foi registrado pela empresa de pesquisas Hitwise, respondendo por 7,07% do total de visitas realizadas na internet.

O Facebook já havia superado o gigante Yahoo em janeiro deste ano e também na véspera e dia de Natal de 2009, mostrando cada vez mais que as redes sociais tornaram-se plataformas “pop”.

De acordo com a Hitwise, o crescimento do Facebook, em comparação com a mesma semana do ano passado, foi de 185%. Já o Google cresceu apenas 9%. Juntos, os dois sites têm mais de 14% dos acessos nos EUA.

Vale registrar que o Google lançou a ferramenta Buzz há poucos meses e também detém o Orkut. Mas parece que o serviço “Facebook Twitter” que direciona os tweets automaticamente para o Facebook têm contribuído para o sucesso dessa rede.


Fonte: Proxxima

março 18, 2010   Sem comentarios

Os bons ventos do consumo online

O consumo online está cada vez mais solidificado no país. Em um estudo divulgado há poucos dias pelo IBOPE Media sobre o perfil do consumidor da Classe A em alguns países da América Latina, podemos entender como a internet alterou o comportamento do consumidor. Sobretudo, o comportamento do consumidor brasileiro.

Concluiu-se que cerca de 91% das pessoas confiam na internet como fonte de informação para pesquisas antes de adquirir os produtos. E mais impressionante para questões de mercado é que cerca de 80% das pessoas estão dispostas a gastar em produtos tidos como superior em sua qualidade.

Os brasileiros, aponta o estudo, vêem na internet uma forma conveniente para fazer compras, diferentemente dos argentinos, colombianos e mexicanos. E claro, os “telefones inteligentes”, conhecidos como smartphones, figuram como objetos de desejo para grande parcela dessa população. Impossível hoje em dia não estar conectado! Enquanto isso, o consumo anda a passos largos… E feliz da vida!

Fonte: Consumidor Moderno

março 11, 2010   Sem comentarios

Consumidores utilizam redes sociais para planejar compras de Natal

Os usuários de internet farão muita pesquisa online em suas compras de Natal neste ano. Um aspecto adicional importante é que boa parte do público buscará redes sociais para encontrar descontos, ofertas especiais e promoções. Uma pesquisa realizada pela Yesmail e Opinion Research Corporation mostra que 27% dos consumidores online que pretendem pesquisar e comprar produtos online nesta temporada de fim de ano acessará redes sociais em busca de ideias a respeito do que amigos e familiares querem ganhar. Quase 45% dos consumidores usarão redes sociais para pesquisar produtos, comparar preços e encontrar ofertas.

eMarketer – 24/11/09

novembro 24, 2009   Sem comentarios

Vendas online devem crescer 25% no Dia das Crianças

As vendas pela internet deverão apresentar na temporada de Dia das Crianças (28 de setembro a 11 de outubro) um aumento de 25% em relação ao ano passado, chegando a R$ 450 milhões, de acordo com a e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce. Segundo a empresa, o Dia das Crianças tem um bom apelo para promoções, já que os filhos pedem a seus pais produtos de maior valor agregado, como artigos de informática, eletrônicos e vídeogames. O tíquete médio no Dia das Crianças deve chegar a R$ 340, um crescimento nominal de 7% aos R$ 318 registrados em 2008.

Fonte: Mercado & Consumo05/10/2009

outubro 5, 2009   Sem comentarios

Internet é considerada mídia mais eficiente para promoções de vendas

Um estudo realizado pela Deloitte e apresentado no 12o Fórum de Varejo da América Latina mostra que a internet é vista pelos consumidores como o meio de comunicação mais eficiente para a promoção de vendas, na opinião das empresas. De acordo com a pesquisa “As relações de consumo na era do comércio online”, realizada entre o final de agosto e o início de setembro com 109 empresas do varejo, indústria e serviços, a internet é considerada por 69% dos pesquisados como um meio eficiente de promoção, com 68% do total de entrevistados prevendo que a situação continuará assim no próximo ano. A seguir, surgem os folhetos, com 49% (e projeção de 39% para os próximos 12 meses); revistas, com 40% (37%); e ações de promoção no PDV, com 37% (33%).

Mercado & Consumo – 29/09/2009

outubro 2, 2009   Sem comentarios

Publicidade online supera TV no Reino Unido

Relatório do IAB confirma que a publicidade na internet já atrai mais investimentos do que televisão naquele país, um dado que já havia sido traçado pela entidade regulatória do mercado de comunicação do país

O relatório bianual da Internet Advertising Bureau confirmou que a publicidade online já ultrapassou a televisão no Reino Unido. A web atrai já 24% da web local, contra 22% da TV, em um país cuja maior emisora, a BBC, é estatal, e não recebe publicidade.

Em agosto do ano passado, um relatório da Ofcom, entidade regulatória do mercado de comunicação daquele país, também havia indicado a liderança do online já em 2007, ano em que este tipo de publicidade havia crescido 40% e chegado a 19% do bolo.

Segundo o Advertising Age, contribuem para este cenário a abundância de tecnologia de computação barata e alta penetração de banda larga, bem como o fato de que os anunciantes enfrentam barreiras como a proibição de estratégias de product placement durante os programas.

De qualquer forma, a publicidade online cresceu somente 4% no primeiro semestre de 2009, menos do que os 21% apontados em 2008. ?É uma marca significativa, porque é o primeiro mercado grande em que a publicidade online superou a TV?, afirmou à Reuters Guy Philipson, CEO do IAB do Reino Unido.

Fonte: M&M - 30/09/2009 – 17:55

outubro 1, 2009   Sem comentarios

Por que as empresas tem medo das mídias sociais?

Em um texto que está circulando na internet, a consultora de marketing B.L. Ochman dá seis razões que ajudam a entender muito bem o que ainda mantém a maioria das empresas longe das mídias sociais.

1 – Os empregados vão desperdiçar seu tempo nas redes sociais.

Muitas grandes empresas bloqueiam o acesso dos seus empregados à internet como um todo. Outros tentam bloquear o uso do e-mail pessoal e de redes como Facebook durante as horas de trabalho.

Em maio de 2009, de acordo com o eMarketer, havia 29 milhões de smartphones nos EUA. É muito acesso à internet disponível para os trabalhadores de todo o país. Os empregadores não conseguirão manter as pessoas longe da internet nos intervalos, almoço, no banheiro e em outras situações como essas.

O valor do acesso à internet para os trabalhadores – em termos de pesquisa, comunicação e velocidade – é muito maior do que a perda de produtividade. As empresas tem o direito de criar regras sobre o uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante as horas de trabalho é ridículo.

2 – Aqueles que odeiam a marca vão fazer mal a ela.

“E aqueles que odeiam a marca?” é a primeira pergunta que aparece nas minhas conferências sobre mídias sociais nas empresas. “E se as pessoas falarem coisas ruins sobre nossa marca?”

Bem, pode haver coisas que você deve melhorar na sua empresa, e, neste caso, você deveria agradecer a eles por te contarem quais são. Depois, você deve realmente melhorá-las.

Se sua comunidade online tem pessoas que gostam da sua marca, elas se levantarão para resolver o problema para você. Elas é que te defenderão.

3 – Perderemos o controle da marca.

Ouça. Todo mundo tem um computador e mesmo alguém sem muita habilidade tem ferramentas para expressar uma opinião sobre a sua marca. Eles já estão falando sobre você.

O controle da mensagem é uma ilusão. Desista.

Seus funcionários estão falando sobre você em grupos fechados no Facebook, feitos para você ficar de fora para que eles possam conversar sobre a empresa. Seus clientes estão mandando e-mails, usando o Twitter e Facebook para contar aos amigos sobre as experiências que tiveram com a sua marca. Você já não tem controle. Portanto, é melhor que junte-se à conversa logo. Pelo menos você conseguirá exercer alguma influência sobre o que está sendo dito.

4 – Mídia social exige uma verba real. Não é algo tão barato ou grátis.

Enquanto algumas ferramentas de mídias sociais são gratuitas, saber usá-las requer experiência e perspectiva.

O filho do vizinho que domina o Twitter ou aquele estudante universitário não são capazes de integrar as mídias sociais à estratégia de marketing da empresa. Isso exige experiência e perspectiva. Ter uma grande rede de relacionamento social e uma enorme reputação online também ajudam.

Assim como existem carpinteiros que conseguem montar uma estante de livros e outros carpinteiros brilhantes que conseguem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de mídia social (de todas as idades) que nunca trabalharam para um cliente real. Há pessoas de todos os preços. Contrate-os sob seu próprio risco.

5 – Temos medo de ser processados.

Essa é ridícula. Vamos para a próxima!

6 – Estamos com medo de entregar segredos da empresa ou informações que podem afetar o valor das nossas ações.

Se você não tem regras para o uso de mídias sociais, é hora de criar.

Se você não confia nos seus empregados para conversar com consumidores ou representar sua marca, você precisa olhar para as suas práticas de contratação ou para suas práticas de treinamento. Tem algo errado por lá.Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Fonte: CHMKT – 25/09/2009



setembro 25, 2009   1 Comentario

E-commerce deve movimentar R$ 2,6 bi no Brasil

A consultoria e-bit divulgou nesta terça-feira (15/9) uma pesquisa que prevê que o comércio eletrônico brasileiro deverá movimentar R$ 2,6 bilhões durante o segundo semestre, isso significa um aumento 30% em relação ao mesmo período de 2008.

Segundo informações do IDG Now!, o segundo semestre é mais fraco que os outros períodos do ano por ter apenas o Dia dos Pais como data comemorativa. Mas, mesmo assim o semestre deverá atingir o maior patamar médio da história do comércio eletrônico nacional que foi incentivado também pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A pesquisa ainda estima que o setor brasileiro deverá fechar 2009 movimentando R$10,5 bilhões, o que representaria uma aumento de 28 % em relação aos R$8,2 bilhões gastos na internet no ano passado.

A e-bit também projeta que 17 milhões de brasileiros terão comprado online em 2009, 28% a mais que os números referentes ao ano passado.

Fonte:  Adnews – 16/09/09

setembro 17, 2009   Sem comentarios

Consumidor brasileiro está entre os mais exigentes na web

Um estudo realizado pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD) e Ebeltoft sobre o neoconsumidor revelou que os consumidores brasileiros estão entre os mais receptivos e exigentes do mundo quando se trata de canais digitais.

A pesquisa foi realizada em julho deste ano com 5.500 internautas de onze países: Alemanha, Austrália, Barsil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido, e Romênia. As informações são do site IDG Now. Os internautas da Austrália, do Brasil e do Reino Unido são os que mais comparam preços online – 76% na Austrália, 74% entre os britânicos e 73% entre os brasileiros. A média mundial é de 52%.

Os brasileiros apresentam um alto índice de adesão ao comércio eletrônico, 92% dos entrevistados compram online, número que está acima da média mundial que é de 86%. Além disso, o brasileiro é um consumidor exigente.

Segundo a pesquisa, quando suas lojas favoritas não vendem online, os brasileiros se mostram os mais desapontados (53%), enquanto apenas 17% dos dinamarqueses se aborrecem com isso.

O estudo também mostra que o comércio em múltiplos canais deve explodir no país entre dois e três anos. “Existe de um gatilho da ordem de 10 a 15 mil dólares per capta onde o multicanal dispara e começa a crescer em uma velocidade muito grande”, destaca Luiz Goes, sócio da Gouveia de Souza e coordenador da pesquisa.

Fonte: Adnews – 15/09/09

setembro 16, 2009   1 Comentario

E-commerce tem recorde de satisfação

O “Índice de Confiança do e-consumidor” registrou a marca de 87,29% de consumidores satisfeitos com o resultado das compras feitas pela internet no mês de agosto. O desempenho supera o resultado de julho que já havia sido o maior de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2009.

O acompanhamento deste indicador é feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

Apesar de demonstrar um crescimento pequeno em relação ao mês anterior, o resultado de agosto consolidou a satisfação do comprador virtual na casa dos 87%. “Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”, comenta o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que a empresa coletou 128.743 pesquisas em mais de 1.800 lojas virtuais de todo o Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. “Ao todo já foram mais de 883 mil pesquisas desde janeiro deste ano”, afirma.

Os critérios aos quais os consumidores foram incentivados a fazer a avaliação foram: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Fonte: Adnews – 14/09/09

setembro 14, 2009   Sem comentarios